sábado, 9 de abril de 2011

Garoa, brisa gostosa.Chuva e clarões. Corre que o céu anuncia a chegada de um novo tempo.

A chuva trouxe com ela, sensações mil, todas juntas, misturadas, bagunçadas sem hora e nem lugar. Trouxe a saudade já esquecida, lembranças adormecidas.

Mas há quem diga que mudanças ocorrem ao passar das estações, há quem diga que sim ou que não. São sentimentos esquecidos pelo tempo, sem a presença, sem lembranças. Onde do tempo se fez trabalho, diversão, paz.Esperar cansa. Não alcança. Deixa vestígios em caminhos distintos, perdidos aos cantos.

A certeza do incerto emalguns instantes invade, diz olá e se despede em meios à receios de suas incertezas. Teme o re -encontro um mero re-viver.

Chuva. Ventos frios que aquecem memórias e pensamentos. Vela sono de criança. E acorda em câmera lenta, pois a vida pede passagem, fazendo - se notar, entre serenidade e ócio. Entre saudades, alegrias e tristezas. Em meio as transições...

Na madrugada me encontro, despida em corpo e alma, no desejo preguiçoso à cada noite de expor palavras, sentidos confusos, alguns sem conclusões, sem revisões.

um sono bateu à porta...vou vê qual é a dele, já volto.

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